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Mais de 1.700 militares vão participar em 22 missões em 2020

Mais de 1.700 militares vão participar em 22 missões em 2020
Cerca de 1.738 militares portugueses vão participar em 22 missões da Organização do Tratado do Atlântico Norte, União Europeia, Nações Unidas e em missões bilaterais e multilaterais, que serão apoiadas por cinco navios, sete aeronaves e 66 viaturas táticas. De acordo com o documento disponibilizado na página oficial do Estado-Maior-General das Forças Armadas portuguesas, 760…

Cerca de 1.738 militares portugueses vão participar em 22 missões da Organização do Tratado do Atlântico Norte, União Europeia, Nações Unidas e em missões bilaterais e multilaterais, que serão apoiadas por cinco navios, sete aeronaves e 66 viaturas táticas.

De acordo com o documento disponibilizado na página oficial do Estado-Maior-General das Forças Armadas portuguesas, 760 militares, uma fragata e cinco aeronaves vão integrar seis missões da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO, na sigla inglesa).

Deste total, 201 militares e a fragata destacada vão patrulhar o oceano Atlântico e o mar Mediterrâneo, 187 vão estar destacados no Afeganistão – para “dotar o Governo afegão das ferramentas essências” para estabelecer “um clima de segurança sustentável” – e 95 soldados, assim como quatro aeronaves F-16M, vão integrar uma missão na Polónia.

A missão em território polaco visa “assegurar, coletivamente e de forma contínua, a capacidade de rapidamente reagir a violações do espaço aéreo” da NATO, explicita o documento.

Dos 1.738 de elementos das Forças Armadas destacadas durante este ano, 74 militares vão participar em cinco missões da União Europeia (UE).

Segundo o documento divulgado, cerca de 41 militares portugueses vão também integrar a missão da UE na República Centro-Africana e dez vão participar na Operação Atalanta, para “proteger o tráfego marítimo que atravessa o Golfo de Áden e a Bacia da Somália, prevenindo e detetando atos de pirataria”.

Os militares serão apoiados por um submarino, que participará em simultâneo nas missões da NATO (‘Sea Guardian’) e da UE (‘Operação Sophia’), com o objetivo de desmantelar “redes de migração ilegal” no Mediterrâneo e para formar a Guarda Costeira da Líbia.

A Organização das Nações Unidas vai integrar 474 militares em três missões, para as quais também foi destacada uma aeronave portuguesa C-295 e que participará numa missão de apoio ao “processo de transição” no Mali.

Deste total, cerca de 197 militares e 66 viaturas táticas vão estar destacadas na República Centro-Africana, para “apoiar a comunidade internacional na reforma do setor de segurança” daquele país.

O documento sublinha ainda que haverá ainda um contingente de 195 militares a bordo de uma fragata no Mediterrâneo, 42 soldados destacados no Iraque para “apoiar a forma e o treino das Forças Armadas iraquianas”, no âmbito da Coligação Internacional de combate ao grupo extremista Estado Islâmico.

Um total de 60 elementos das Forças Armadas vai estar abordo de um navio hidrográfico para capacitar os países do Golfo da Guiné “em matéria de segurança marítima e de combate às atividades ilícitas no mar”.

O Conselho Superior de Defesa Nacional (CSDN) deu a 25 de novembro de 2019 luz verde às propostas das Forças Nacionais Destacadas (FND) para 2020.

Fonte

Redação

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