MARINHA

Até ressaca (do mar, tá?) virou programa no Rio depois do 1º passo para a liberdade

Até ressaca (do mar, tá?) virou programa no Rio depois do 1º passo para a liberdade
A plateia assistindo ao espetáculo dos surfistas na praia do Leblon /Foto: Daniel Delmiro Onda de 3,5 metros na praia do Leblon /Foto: Daniel Delmiro Mais da onda na ressaca /Foto: Daniel Delmiro O piloto de jet ski levava os esportistas até depois do quebra-mar e a plateia curtindo o espetáculo /Fotos: Fred Pontes Depois…

A plateia assistindo ao espetáculo dos surfistas na praia do Leblon /Foto: Daniel Delmiro

Onda de 3,5 metros na praia do Leblon /Foto: Daniel Delmiro

Mais da onda na ressaca /Foto: Daniel Delmiro

O piloto de jet ski levava os esportistas até depois do quebra-mar e a plateia curtindo o espetáculo /Fotos: Fred Pontes

Depois de mais de 100 dias de isolamento, qualquer coisa vira programa: repara no tamanho da plateia para ver a ressaca do mar, nesta quinta (02/07), no Leblon; em dias normais, seria o oposto. As ondas chegavam a até 3,5 metros, segundo a Marinha do Brasil, o que também levou vários esportistas às águas turbulentas — segundo as informações da Marinha, não são recomendados esportes do mar com essa situação. Mas carioca que é carioca não está nem aí pra recomendações. É ou não é?

Segundo a Marinha, as ondas vão até às 9h desta sexta (03/07) — uma grande ondulação de sudoeste atingiu o litoral fluminense, trazendo mar agitado. Em Saquarema, por exemplo, foram ondas de até 4 metros de altura, e Ítalo Ferreira, atual campeão mundial, Lucas Silveira, Lucas Chumbo e João Chianca aproveitaram para treinar na praia da Barrinha.

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